BODYBOARD FOR GIRLS

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MARTA FERNANDES EM DESTAQUE

Marta decidiu partir à aventura para Austrália e cheia de histórias para contar.

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Marta Fernandes é uma jovem atleta que descobriu o Bodyboard nos seus tempos áureos. Há cerca de 10 anos o Mundial de Sintra era um evento bastante mediático e Marta ao vê-lo na televisão ficou apaixonada pela modalidade.

Já conseguiu alguns títulos na sua carreira, mas neste momento encontra-se numa fase de relax em busca de boas ondas pelo continente Australiano.

Nome: Marta de Almeida Luís Fernandes

Idade: 22 anos

Local: Carcavelos

Clube/Escola: Aqua Carca

Praticas Bodyboard desde: 13 Anos

Cor favorita: Azul

Onda favorita: Carcavelos e Supertubos

Curiosidade que nos possas contar: Sou viciada em croissants!!

Qual o teu maior sonho: Os sonhos vão aparecendo na minha vida. Acho que estou sempre a sonhar e a magicar sobre o que me poderá acontecer.

1. BC: Porque o Bodyboard?

MF: Simplesmente experimentei, por ver toda a gente na Praia Grande durante o mundial de bodyboard a fazer. Adorei e nunca mais consegui parar. A partir daí, muito da minha vida foi programada em prol do bodyboard.

2. BC: Quais os teus objetivos pessoais/profissionais e de atleta para 2012?

MF: Neste momento ainda não tenho nada definido, mas por volta de Agosto devo voltar a Portugal. Vou-me candidatar, dentro em breve, ao mestrado de Gestão. Quando souber os resultados vou, ou não, ter mais uma porta aberta. Acabei o meu curso o ano passado, por isso, quando voltar a Portugal, tenho o futuro em aberto. Quanto à competição, se tudo correr como o ano passado, estarei aí para fazer na íntegra. Como me encontro na Austrália acabei por competir na etapa do circuito mundial aqui em Port Macquire e, possivelmente, Sintra quando voltar a Portugal. Tudo o resto fica em aberto.


3. BC: A Austrália é um país de sonho para qualquer pessoa, muito mais para uma Bodyboarder. Qual a razão que te levou a ir até à Austrália por tempo indeterminado?

MF: A principal razão foi poder conciliar o inglês, o trabalho e o bodyboard. Claro que reunindo estas três condições não pensei duas vezes. Podia ter ido para os Estados Unidos ou mesmo Inglaterra, mas não seria a mesma coisa. Queria vir conhecer este país distante e gigante, queria observar o desenvolvimento do surf e da indústria. Resumidamente absorver a cultura. Sei qe quando começar a minha carreira profissional, que já tive perto, não irei ter esta possibilidade, por isso achei que seria o momento ideal para partir, após ter feito um estágio de 6 meses e enquanto o mestrado não começa.

4. BC: A Austrália é um país de sonho para qualquer pessoa, muito mais para uma Bodyboarder. Qual a razão que te levou a ir até à Austrália por tempo indeterminado?

MF: A principal razão foi poder conciliar o inglês, o trabalho e o bodyboard. Claro que reunindo estas três condições não pensei duas vezes. Podia ter ido para os Estados Unidos ou mesmo Inglaterra, mas não seria a mesma coisa. Queria vir conhecer este país distante e gigante, queria observar o desenvolvimento do surf e da indústria. Resumidamente absorver a cultura. Sei qe quando começar a minha carreira profissional, que já tive perto, não irei ter esta possibilidade, por isso achei que seria o momento ideal para partir, após ter feito um estágio de 6 meses e enquanto o mestrado não começa.


5. BC: Depois de alguma descoberta, era isso que esperavas encontrar?

MF: Esta pergunta engloba várias fases. Na verdade não vinha com nenhuma expectativa definida, queria conhecer e poder absorver tudo, normalmente idealizamos algo e quando chegamos ao local ficamos desiludidos. Por isso, simplesmente cheguei e tentei absorver todo o lifestyle. Neste momento é isso que estou a fazer. Estou a adorar. A adesão à atividade física é enorme, os australianos são de facto um povo que se preocupa com a forma física. Desde cedo, vejo a marginal cheia de pessoas a correr, carros com pranchas de surf, o mar com gente. Sem dúvida confirmo, pelo menos aqui pela Gold Coast, um país orientado para o Surf, um país que respira o surf. São super descontraídos e simpáticos. Apesar do seu "isolamento" um país de viajantes. É um país onde de facto as regras são cumpridas. Onde todos conseguem ter um bom nível de vida, independentemente do tipo de trabalho que tenham. Um país onde realmente as coisas funcionam.

Quanto ao surf, estava à espera de mais consistência e melhores condições, pelo menos mais vezes. Opto sempre por ir surfando em frente de casa, a água esta quente e só tenho de atravessar a rua, mas de facto não tem estado realmente nada de especial, serve mesmo apenas ir surf. Já apanhei boas ondas, mas como disse, a consistência está a desiludir-me. Dizem que vai melhorar, que o verão é sempre assim, na verdade cá estarei para ver. Na verdade, também não tenho os meios que tinha em Portugal para ir ao surf, estou sempre um pouco dependente de boleias e autocarros, não posso generalizar.

6. BC: Neste momento como é o teu dia-à-dia?

MF: Neste momento tenho aulas todos os dias das 10h30 ás 16h, por isso acordo sempre por volta das 6h30/7h e vejo o mar da janela. Opto por ir ao surf ou, se não estiver grande coisa, opto por uma corrida ou por uma sessão de yoga antes das aulas. Quando saio da escola, normalmente vou trabalhar. Estou a servir às mesas num restaurante, porque o dinheiro aqui simplesmente voa. Chego a casa, preparo o almoço para o dia seguinte e cama. Resumidamente, esta é a minha rotina.

7. BC: Quando pretendes voltar?

MF: Se tudo se mantiver como está por agora, por volta de Agosto, não tenho bilhete de regresso. Não sei mesmo quando, nem donde.

8. BC: Agradecimentos.

MF: Quero agradecer, muito, aos meus pais por me terem possibilitado a oportunidade de vir até aqui. Sem o seu incentivo e apoio, nunca teria conseguido. Quero também agradecer à Deeply que não deixou de acreditar em mim, mesmo sabendo que iria estar ausente.



Fotos

Mais infos em http://www.get-to-know-the-world.blogspot.pt/

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